quinta-feira, maio 31, 2012

a precisão no seu limite

A exibição pode ser antiga (2008), mas a excepcional qualidade não é afectada pela data. Aquilo que é feito de forma perfeita e quase impossível é intemporal. Por isso vos deixo aqui a exibição da ginasta russa Boyanka Angelova, no Campeonato Europeu de ginástica em Turim.

terça-feira, maio 29, 2012

uma sucursal do mestre andré

Uma outra loja do Mestre André. Que possa despertar-vos um sorriso.



porque não em supositórios?

Tristezas não pagam dívidas, diz o povo. Ou dizia. Agora cada vez é mais difícil ver-se um sorriso na cara dos portugueses, mas continuam a ver-se aqueles arremedos de sorrisos de escárnio na cara dos pouco contentinhos que continuam a engordar à nossa custa. Nunca é de mais ouvir-se o popular Quim Barreiros fazer a crítica dos impopulares barões do dinheiro e da política. Se já ouviram, repitam.

sábado, maio 26, 2012

chicha, eu quero chicha

O estado a que se chegou. Já nem a Playboy é o que era e aparece agora com informação enganosa. Mantém o título, mas depois não publica o que promete. Eu não sou leitor, nem nunca o fui, mas acredito em quem o diz e vocês podem ouvir, de imediato. Deixo-vos com Ricardo Araújo Pereira, com selo de garantia. Riam à vontade.


quinta-feira, maio 10, 2012

o mar português



Nada como o humor inteligente e mordaz para fazer uma boa crítica e envergonhar quem a recebe. Uma só frase desfaz uma política errada e criminosa. Leiam e reflitam.

Da crónica de João Quadros no Negócio On-Line: "Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) demonstram que o Pingo Doce (da Jerónimo Martins) e o Modelo Continente (do grupo Sonae) estão entre os maiores importadores portugueses." Porque é que estes dados não me causam admiração? Talvez porque, esta semana, tive a oportunidade de verificar que a zona de frescos dos supermercados parece uns jogos sem fronteiras de pescado e marisco. Uma ONU do ultra-congelado. Eu explico. Por alto, vi: camarão do Equador, burrié da Irlanda, perca egípcia, sapateira de Madagáscar, polvo marroquino, berbigão das Fidji, abrótea do Haiti? Uma pessoa chega a sentir vergonha por haver marisco mais viajado que nós. Eu não tenho vontade de comer uma abrótea que veio do Haiti ou um berbigão que veio das exóticas Fidji. Para mim, tudo o que fica a mais de 2.000 quilómetros de casa é exótico. Eu sou curioso, tenho vontade de falar com o berbigão, tenho curiosidade de saber como é que é o país dele, se a água é quente, se tem irmãs, etc. Vamos lá ver. Uma pessoa vai ao supermercado comprar duas cabeças de pescada, não tem de sentir que não conhece o mundo. Não é saudável ter inveja de uma gamba. Uma dona de casa vai fazer compras e fica a chorar junto do linguado de Cuba, porque se lembra que foi tão feliz na lua-de-mel em Havana e agora já nem a Badajoz vai. Não se faz. E é desagradável constatar que o tamboril (da Escócia) fez mais quilómetros para ali chegar que os que vamos fazer durante todo o ano. Há quem acabe por levar peixe-espada do Quénia só para ter alguém interessante e viajado lá em casa. Eu vi perca egípcia em Telheiras? fica estranho. Perca egípcia soa a Hercule Poirot e Morte no Nilo. A minha mãe olha para uma perca egípcia e esquece que está num supermercado e imagina-se no Museu do Cairo e esquece-se das compras. Fica ali a sonhar, no gelo, capaz de se constipar. Deixei para o fim o polvo marroquino. É complicado pedir polvo marroquino, assim às claras. Eu não consigo perguntar: "tem polvo marroquino?", sem olhar à volta a ver se vem lá polícia. "Queria quinhentos de polvo marroquino" - tem de ser dito em voz mais baixa e rouca. Acabei por optar por robalo de Chernobyl para o almoço. Não há nada como umas coxinhas de robalo de Chernobyl. Eu, às vezes penso: o que não poupávamos se Portugal tivesse mar...

há histórias e histórias

Não percam esta joia da cultura nordestina brasileira. Vê-se a imagem e ouve-se a música e as palavras e parece que ambas nos atravessam a pele e a alma.

quarta-feira, maio 02, 2012

os donos de portugal

Vejam com atenção este belíssimo ensaio da responsabilidade do departamento de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa. É um vídeo longo que merece a atenção de todos e nos dá um retrato fidedigno do último século português

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terça-feira, maio 01, 2012

recordação de um português

Lembrá-lo assim, é uma homenagem de que ele gostaria. Perdemos um português bom, honesto e patriota.


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