terça-feira, julho 14, 2009
quando a tempestade é arte e divertimento
domingo, julho 12, 2009
children see, children do
sábado, julho 11, 2009
já é fim de semana .... finalmente ....

segunda-feira, julho 06, 2009
todos os cachorros são azuis
Morreu há dias, subitamente, com um enfarto do miocárdio, Rodrigo de Souza Leão, natural e residente no Rio de Janeiro. Tinha 44 anos e uma extensa obra literária, em prosa e poesia. O seu último livre, intitulado «Todos os cachorros são azuis» está em análise, entre 49 obras, pelo júri de um concurso literário português. Dizem os seus amigos, meus amigos brasileiros , que era um excelente amigo e uma personalidade ímpar. Grande escritor. Esquizofrénico.Cor azul
A mente esquizofrênica não funciona bem e boicota, sem os remédios, o tempo todo. Com remédios ficamos bem. Leves e tranqüilos para o mundo, que é muito bom. Fora as pessoas que não valem à pena, estas manter distância torna-se necessário. Positive Vibrations.
Thursday, June 25, 2009
TUDO É PEQUENOTudo é pequeno
A fama
A lama
O lince hipnotizando a iguana
O que é grande
É a arte
Há vida em marte
Sem título
Entendi o funcionamento do cérebro humano.
Um duplo sem fim
Algo diz sim e algo diz não
E vence sempre o sim
Se a mente for um cetim
MELHORA
Tudo é uma criação da mente
Um poema ou um poente
Tudo tem um forte sentido
Quando não se oprime o indivíduo
Alguém soletra uma distância
A distância separa os fatos
A verdade não é tão necessária
LOUCO
Já fui gordo. Já fui magro.
Já fui ego. Já fui id.
Já fui o que quis e o que não quis.
Já fui muito. Já fui pouco.
Hoje tenho a sensação
que não passei de um louco.
Saturday, June 20, 2009
A gente aprende a ser bom
O mau nasce (Junho, 21)
VIDA
A mim foi negado tudo.
Até o absurdo.
Monday, June 22, 2009
domingo, julho 05, 2009
sexta-feira, julho 03, 2009
ouviram?
quinta-feira, julho 02, 2009
para memória futura
domingo, junho 28, 2009
viva a música
Coloco deliberadamente dois vídeos, pois no primeiro em Itália, poderão ver gente de todas as classes sociais participar activamente no concerto e reparar que muitos deles conhecem bem o libretto e os textos operáticos. No segundo, um público talvez menos participativo, mas igualmente amante da música e conhecedor. O segundo vídeo foi filmado em Viena e vejam a beleza do enquadramento.
Ouçam, apreciem e não neguem que gostariam de ter estado em qualquer um destes concertos.
Há que investir na cultura.
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sexta-feira, junho 26, 2009
morreu michael jackson
quarta-feira, junho 24, 2009
o humor e a crítica
segunda-feira, junho 22, 2009
siga na faixa da direita
Mas, mais seguro mesmo, é viajar com a imaginação e as asas do pensamento, que como se sabe, não há machado que as corte. Nem a raiz...
domingo, junho 21, 2009
enquanto os robots não lêem
Gosto do progresso, da inovação. Mas olhando estes robots, veio-me à cabeça a sensação agradável que é esperar que os livros pedidos cheguem, enquanto vamos sendo envolvidos por aquele casulo meio uterino da sala de leitura e vamos aproveitando essa espera para pensar, escrever e, por fim, trocar algumas palavras ou dizer apenas obrigado a quem nos deposita os livros em cima da nossa mesa. Não há robot que nos dê esse prazer.
sexta-feira, junho 19, 2009
recordando charlot
fado
terça-feira, junho 16, 2009
ajuda e preconceito
sexta-feira, junho 12, 2009
nosotros, los mexicanos
Oiçam e escutem bem. Esta mensagem que aqui deixo deve ser ouvida continuadamente até ser subliminar.
quarta-feira, junho 10, 2009
terça-feira, junho 09, 2009
quando a genialidade é divertimento
quinta-feira, abril 23, 2009
o vinho e o mosto - um exercício de intertextualidade 23
Todos os pássaros, todos os pássaros
Asas abriam, erguiam cantos,
De Amor cantavam.
Todos os homens, todos os homens,
De almas abertas, de olhos erguidos,
De Amor cantavam.
José Gomes Ferreira
Assim foi, de facto, nesse dia.
Nesse e nos muitos que se lhe seguiram.
De almas abertas para todos quantos viam, para o vizinho para que nunca tinham olhado, para o empregado que os servia, para o patrão que já antes odiavam.
De olhos erguidos para a luz, para o sol da liberdade, depois dos anos chumbo da ditadura.
Mais do que a 25 de Abril, a catarse total de 1 de Maio. Na verdade todos de amor cantavam. Menos aqueles que apenas cantavam para não se ver o medo interior do acertar de contas possível. Quantos seriam ninguém sabe. A Revolução foi generosa e não houve acerto de contas.
Quem dera que ainda hoje cantássemos com o mesmo amor e de olhos erguidos.
Que saudades tenho de te ver, Zé Gomes, quase todos os fins de tarde a conversar com o Carlos de Oliveira no passeio da Praia da Vitória, frente à casa onde morava o Carlos.
Passado todo este tempo sobre aquele dia e sobre o vosso desaparecimento, acabados muito ideais, emboçados muitos sentimentos, vem-me à cabeça aquele teu verso ímpar – ah, se eu pudesse suicidar-me por seis meses -, que funcionaria como um despertar da esperança, de ao acordar tudo estar diferente.
E se estivesse, como olharíamos para nós por nada termos feito todo esse tempo?
CVR
sábado, abril 18, 2009
o vinho e o mosto - um exercício de intertextualidade 22
"Tenho pensamentos,
que se pudesse revelá-los
e fazê-los viver,
acrescentariam nova
luminosidade às estrelas,
nova beleza ao mundo
e maior amor ao
coração dos homens."
Fernando Pessoa
Tive tantos pensamentos ao longo da minha vida, e tão continuadamente constantes, que de tanto me parecerem fantásticos e singulares, nunca me permitiram exteriorizá-los e fazê-los viver, por receio do eco que me viria de quem os ficasse a conhecer.
Também por preguiça, é certo. Aquela preguiça que muitas vezes me faz pensar na má distribuição das coisas, das qualidades e defeitos que nos foram atribuídas.
Sei que alguns pensamentos, muitas ideias, me pareceram verdadeiramente boas e capazes, não de mudar o mundo, mas de mudar qualquer coisa nele. Como sei também que o trabalho que comportava pô-las em prática não foi compatível com a minha inércia ou preguiça para a sua concretização.
Vejo-me capaz de criar e incapaz de realizar. Mas sei que posso realizar e com esforço e continuidade, se não houver em jogo uma ideia secreta, ainda não provada.
E como eu gostava de levar mais amor ao coração dos homens …
CVR



