
No passado dia 12 de Dezembro tive a sorte de ter assistido e participado (quase um happening) no magnífico e inesquecível concerto comemorativo dos 40 anos de música e palavras de Pedro Barroso que, naquele exacto dia, comemorava os 40 anos de sua estreia no Zip Zip de nossa memória.
Durante este ano, Pedro Barroso apresentou este espectáculo em vários locais do país, desde o Minho aos Açores, terminando em Lisboa e guardou a comemoração exacta dos 40 anos para o Teatro Virgínia de Torres Novas, a escassos quilómetros de sua terra - Riachos.
Espectáculo cuidado, com bom acompanhamento musical de Miguel Carreira (acordeão e viola), David Zagalo (teclados e piano), Luís Sá Pessoa (violoncelo), Luís Petisca (guitarra portuguesa e viola), Carlos Dâmaso (viola, bandolim, baixo, flauta e percussões) e as vozes de apoio de Teresa Santos e Marta Jacinta.
O teatro estava cheio e participativo e foi bom de ver e ouvir a forma como o público colaborou com o homenageado trauteando as suas canções e as de todos aqueles cantores de Abril que ele quis homenagear, dizendo o nome de mortos e vivos e cantando pequenos trechos de cada um, pequenos na duração, longos nas emoções. Talvez tenha sido este o concerto em que mais me emcionei depois do último do Zeca.
Pedro Barroso é uma personalidade, não é só um cantor. É uma personalidade multiforme, estendendo o seu génio pela palavra, pela música, pela pintura, pela intervenção cívica, pelo seu apego à terra e aos valores em que acredita.
Pedro Barroso não é um cantor de plástico, formatado. É de carne e osso. Autêntico.
Durante este ano, Pedro Barroso apresentou este espectáculo em vários locais do país, desde o Minho aos Açores, terminando em Lisboa e guardou a comemoração exacta dos 40 anos para o Teatro Virgínia de Torres Novas, a escassos quilómetros de sua terra - Riachos.
Espectáculo cuidado, com bom acompanhamento musical de Miguel Carreira (acordeão e viola), David Zagalo (teclados e piano), Luís Sá Pessoa (violoncelo), Luís Petisca (guitarra portuguesa e viola), Carlos Dâmaso (viola, bandolim, baixo, flauta e percussões) e as vozes de apoio de Teresa Santos e Marta Jacinta.
O teatro estava cheio e participativo e foi bom de ver e ouvir a forma como o público colaborou com o homenageado trauteando as suas canções e as de todos aqueles cantores de Abril que ele quis homenagear, dizendo o nome de mortos e vivos e cantando pequenos trechos de cada um, pequenos na duração, longos nas emoções. Talvez tenha sido este o concerto em que mais me emcionei depois do último do Zeca.
Pedro Barroso é uma personalidade, não é só um cantor. É uma personalidade multiforme, estendendo o seu génio pela palavra, pela música, pela pintura, pela intervenção cívica, pelo seu apego à terra e aos valores em que acredita.
Pedro Barroso não é um cantor de plástico, formatado. É de carne e osso. Autêntico.








